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Arte e Cultura

PROJETO RABBIT – arte e cultura

Exposição off-gallery – Forças Invisíveis

Jovens artistas nacionais e estrangeiros que procuram uma alternativa de auto-expressão fora das galerias convencionais. Costurados pelo tema “Forças Invisíveis”, os trabalhos expostos que incluem gravuras, instalações, pinturas, fotografias e vídeos sob a curadoria de Camilla D’Anunziata e do jornalista Ricardo Gaioso (KAZA)

O conceito do projeto é o de traçar o caminho oposto ao que tem acontecido nos últimos anos no universo artístico: após um período em que a rua, por meio da street art, passou a entrar no espaço da galeria, a arte conceitual, agora, tem a proposta de ocupar espaços livres e de acesso informal, como lojas, restaurantes, agências e espaços temporários, promovendo arte e cultura — como no caso do Projeto Rabbit, que vai ocupar um casarão da Bela Cintra, em São Paulo.

Paralelamente à programação do casarão, acontece na Livraria da Vila, parceira do projeto, um bate-papo com convidados especiais do mercado de arte, além de um festival de curtas e vídeos experimentais de moda, arte, design e comportamento com nomes fortes do eixo internacional como Fumi Nagasaka (Japão) e Zaiba Jabbar (Reino Unido), colaboradoras da “Dazed & Confused”, “i-D” e “V Magazine”, entre outras.

Na física, a força (F) é aquilo que pode alterar o estado de repouso ou de movimento de um corpo. Tudo o que provoca, impõe ou altera um ser.

Como isso envolve jovens artistas em um espaço que sai da galeria? Qual é o movimento de energia que provoca a produção de uma obra? Sob a perspectiva destes elementos, Forças Invisíveis recorta um panorama destes talentos que não estão no espaço (limitado ou coerente) de uma galeria, e juntos constroem a estrutura comportamental de uma geração democrática e criativa que surge dos principais pólos urbanos do planeta, incentivando a produção de arte e cultura.

A convite da Fabrik Gallery em Hong Kong, o PROJETO RABBIT ficou em exposição durante 1 ano.

Curadoria de 20 jovens artistas brasileiros (fotografias, colagens, pinturas e desenhos)

ARTISTAS

Alexandre Assaly (Brasil)
Andre Klotz (Brasil)
Antonio Lee (Brasil)
Bailon (Brasil)
Beatriz Chachamovits (Brasil)
Felipe Nuno (Brasil)
Fran Parente (Brasil)
Jessica Rosen (EUA)
Luigi (Brasil)
Luiz Cunha (Brasil)
MVAT (Brasil)
Marina Fragoso Senra (EUA)
Mariana Galender (Brasil)
Pedro Kok (Holanda)
Priscila Ferreira (Brasil)
Rafael Santacosta (Brasil)
Renato Dib (Brasil)
Rodrigo Maltchique Braga (Canadá)
Romen Gouveia (Reino Unido)
Tatewaki Nio (Japão)

PANORAMA PELICULA

Fumi Nagasaka (Japão)
Baillie Walsh (Reino Unido)
Columbine Goldsmith
Craig McDean (Reino Unido)
Crystal Moselle (EUA)
DEV Harlan (EUA)
Guil Macedo (Brasil)
Kris Moyes (Austrália)
Jym Davis
Martin Grauds (Latvia)
Quentin Jones (Reino Unido)
Zaiba Jabbar (Reino Unido)
Verena Kael (Brasil)

Edições: São Paulo (2011) e Hong Kong (2012)

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Projeto Caleidoscópio

Exposição de arte e cultura contemporânea.

Foi em um casarão dos anos 50 assinado por Mauricio Kogan nos Jardins, onde aconteceu o Projeto Caleidoscópio – exposição de arte que marcou a abertura oficial da consultoria de branding Alexandria, apresentando a composição de oito fotografias e duas instalações de nove jovens artistas do cenário da arte contemporânea brasileira.

Conjugando o tema do caleidoscópio, técnica de pesquisas que implica em enxergar um mesmo objeto através de diversas percepções, a mostra colocou em evidência uma interessante equação entre o olhar do corpo humano, a memória e a natureza. Elementos perfeitos para articular um novo jeito de enxergar a rotina.

Edições: 2012

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CAMELÓDROMO: Feira independente de arte, cultura e design

Um vendedor ambulante, no Brasil comumente chamado camelô, é um comerciante de rua geralmente parte da economia informal ou clandestina, com banca improvisada, em especial nas grandes cidades.
Ao ser feita esta apropriação do conceito, propomos o encontro de distintas áreas artísticas com o objetivo de promover, incentivar e comercializar produções artísticas de caracteres diversos. Assim como em qualquer camelódromo, o fator surpresa e a presença de uma forte diversidade entre os trabalhos será essencial neste encontro.

Compreendemos a importância dessa “economia informal”, desse encontro à margem no qual queremos levar ao extremo a proposta de mercado de rua ao sugerir que os trabalhos dos artistas, designers e criativos sejam expostos no chão de concreto.

A rua entra pela casa.

Ao causar esta situação de estranheza ao visitante a sua percepção sobre o trabalho é redefinida e a sua relação com a obra propositadamente alterada. Ao ajoelhar-se perante a obra, o chão torna-se um lugar sagrado subvertendo o conceito de camelódromo.

O que é:
Uma feira para a divulgação de artistas, designers e criativos
Uma feira para a venda de trabalhos de artes, design e publicação.
Um espaço para gerar negócios diversos.
Acessibilidade e democratização dos trabalhos expostos.

Edições 2014 e 2015

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LADOB

Plataforma de expressão contemporânea da cultura brasileira.

Criada para descobrir, reunir e construir um cenário de expressões artísticas brasileiras atuais.

SÃO ESTUDOS, EXPLORAÇÕES, ENSAIOS E EXPOSIÇÕES QUE REVELAM ELEMENTOS GENUÍNOS DO BRASIL CONTEMPORÂNEO.

UMA VISÃO PROPRIETÁRIA E VERDADEIRA DOS SIGNOS QUE REPRESENTAM A IDENTIDADE BRASILEIRA DE HOJE E DO FUTURO, PARA ALÉM DE CLICHÊS E ESTEREÓTIPOS NACIONAIS.

Arte e cultura (Artes visuais, dança, música, design e performance)

Edição: 2014/2015

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