material lust

Artistas que parecem designers, é assim que a dupla de Nova Iorque Christian Swafford e Lauren Larson, da Material Lust se intitulam. A Material Lust nasceu de um processo criativo totalmente independente e o coração do seu trabalho está em fugir das tendências de mercado. Respeitam uma filosofia solitária, totalmente independente da tendência, trajetória ou sistema corporativo. O processo de inspiração dos designers se baseia em uma centena de influências misturadas, somada ao método ancestral dos mestres artesãos de regiões como Nova Iorque, Florença e Itália. Com um constante desejo de derrubar o comercial e o convencional, Swafford e Larson trazem uma linguagem que beira o sinistro,Leia Mais

Espontaneidade, um caminho criativo.

Ser espontâneo é essencial à criatividade porque nos obriga a ver as coisas a nossa volta de forma diferente, considerando novas possibilidades que jamais pensaríamos antes. De repente você se dá conta de que seus passos e seu destino não está traçado como se fosse um plano concreto e tudo passa a ser um grande mistério. E o mistério está no coração da criatividade. Esse mistério alimenta a curiosidade e a curiosidade nos leva a considerar novos padrões, desenhar novos caminhos, fazer mais perguntas, mais do que pensávamos antes. A ironia é que quando vamos atrás deste mistério, percebemos que essas novas possibilidades não sãoLeia Mais

ideias biônicas da natureza

A mãe natureza é sábia. Já observou quantos problemas de plantas, animais e até do homem ela já resolveu? Por exemplo, as plantas sabem como buscar a luz do sol para se desenvolverem plenamente. Além disso, a natureza criou mecanismos para que fosse possível que os morcegos enxergassem sem possuir olhos, as cobras andassem sem ter penas, dentre milhares de outros exemplos. A técnica que aprenderemos a seguir busca analogias entre o problema que possuímos e a natureza. Chamamos de “ideias biônicas” aquelas que a natureza utilizou para resolver seus próprios problemas e que muitas vezes nós podemos também usar para resolver nossos próprios problemas.Leia Mais

processo criativo

Qualquer que seja a magia do dedo laranja, entra para o ponto de cruz negro e de pele vermelha. Se você pensa que come vento de leite, você certamente brilha na calça da joaninha de isopor. Algum dia você já pensou que peito fosse o nariz do útero? Se você falar mais vai ventilar os morangos silvestres do Congo. A vida da formiga tem 1000 raios e é mais liquida do que feijão com geleia cozida em banho cru. Se a loira da quina te contar um grito, vai dizer que seu pé está nas costas do burro das 13 espadas, e vai voar comoLeia Mais

Fascinado pelos mercados de pulgas, o artista sueco contemporâneo Michael Johansson cria instalações e esculturas do cotidiano com todos aqueles objetos que simplesmente fazem ou já fizeram parte do dia a dia de todo mundo e que muitos de nós consideram inúteis ou descartáveis. Seu trabalho mostra claramente como é possível criar com o que já existe. Na verdade seu processo criativo surge do ato mais simples de caminhar por ai e iniciar um processo de garimpo de objetos. Essa por si já é uma experiência artística antropológica que expande todas as percepções de quem usa esta prática. O flanar por ai, nos proporciona a aberturaLeia Mais

a arte do design do atelier bingo

A dupla francesa Maxime Prou e Adèle Favreau são os criativos por trás do Atelier Bingo. Os dois são apaixonados por ilustração, artes visuais e design gráfico. Conseguiram através de uma mistura de técnicas criar uma linguagem impactante. Em seu processo criativo experimentam estilos artísticos em serigrafia, colagem, gouache, canetas, tintas e outras técnicas gráficas. Tudo com muita cor para criar uma arte eletrizante, colorida e abstrata. O estúdio está atualmente em Saint Laurent sur Sèvre, uma área rural cerca de 70 km do sudeste de Nantes, França onde se conheceram em um curso de design e decidiram colaborar. O Atelier Bingo também tem trabalhado com inúmeras publicaçõesLeia Mais

Uma visão ideológica do design de mobiliário.

Jessi Reaves tem uma visão ideológica do design de mobiliário. Jessi não constrói móveis, constrói esculturas que são cadeiras, sofás, estantes e mesas. Estes móveis/obras de arte trazem um longo diálogo entre a função e a estética. Seu processo criativo começou com o trabalho que desenvolvia de refazer estofados, e de regenerar peças antigas de mais de 30 anos. A partir dai seu processo amplificou e Jessi passou a transformar o que vem de dentro das peças e não melhorar o que está do lado de fora, reconfigurando inteiramente a construção do seu trabalho em um diálogo extremamente conceitual entre o design e a ate. OLeia Mais

Imagem e emoção: movimentos interiores e exteriores

Sensações, imagem, emoção e mais imagens. Se há uma propriedade inerente às imagens, em todas as suas formas e manifestações, é sua capacidade de condensar e carregar sentidos, vale dizer, energia, vale dizer, emoções e sentimentos, histórias e estórias, memórias do passado e memórias do futuro como desejos, sonhos e projetos. Daí emerge o poder de captura e o poder de mobilização das imagens. Reunindo tanta potência condensada, muitas vezes em uma simples configuração como uma cor, um traço ou um esboço, tantas vezes em um único elemento, um gesto, um olhar, sua presença na história do homem foi sempre a presença de uma ferramentaLeia Mais