O design gráfico multidimensional de Camille Walala

Camille Walala é designer gráfica e desde 2009 seu trabalho vem deixando uma impressão digital para lá de forte em todo projeto que passa. Graduada em Design Têxtil pela Universidade de Brighton, na Inglaterra, seu trabalho gráfico está impresso em moda, acessórios, design de interiores, instalações, pôsters, murais pelas ruas, objetos variados, flyers, set design, onde o seu amor pela cor e geometria se encontram com o design e são trazidos à vida. Influências incluem o Movimento Memphis, a tribo africana Ndebele e o mestre da Optical Art Victor Vasarely ao lado do simples desejo de colocar um sorriso no rosto das pessoas. Seu estiloLeia Mais

Mentoria e coaching

É muito comum ouvir pessoas perguntando se o trabalho de Mentoria é parecido ou o mesmo que o de Coaching. Mas eles não são. Para esclarecer melhor, selecionamos alguns pontos que achamos importantes e que diferenciam os dois trabalhos. Coaching x Mentoria # 1 O foco do Coaching está em questões concretas. Como gerenciar de forma mais eficaz, falar de forma mais articulada e aprender a pensar estrategicamente. Isso requer um especialista que seja capaz de ensinar o coachee a desenvolver essas habilidades. A Mentoria é orientada mais para uma construção mais integral. Busca fornecer um ambiente seguro onde o mentoree compartilha quaisquer questões queLeia Mais

Espontaneidade, um caminho criativo.

Ser espontâneo é essencial à criatividade porque nos obriga a ver as coisas a nossa volta de forma diferente, considerando novas possibilidades que jamais pensaríamos antes. De repente você se dá conta de que seus passos e seu destino não está traçado como se fosse um plano concreto e tudo passa a ser um grande mistério. E o mistério está no coração da criatividade. Esse mistério alimenta a curiosidade e a curiosidade nos leva a considerar novos padrões, desenhar novos caminhos, fazer mais perguntas, mais do que pensávamos antes. A ironia é que quando vamos atrás deste mistério, percebemos que essas novas possibilidades não sãoLeia Mais

Desenvolver o autoconhecimento para se tornar mais criativo.

Peter Dean, um artista, uma vez disse: ” Eu sou um mágico através do qual as imagens de nosso tempo passam e se tornam pinturas. Eu sou capaz de converter realidade em fantasia e vice-versa. Eu sou um malabarista de texturas e cores. Eu sou o cartomante do passado e o profeta do futuro. Eu piloto um furacão, sou o equilibrista que passeia pela linha da sanidade. Eu vivo no topo do mundo.” “Eu vivo no topo do mundo”. Essa frase descreve perfeitamente os sentimentos de alguém totalmente imerso em sua alma interior. Uma pessoa que está descobrindo as suas potencialidades e as traduz comLeia Mais

A arte gráfica do design independente

O Studio Feixen é um estúdio de design independente com sede em Lucerna, na Suíça. Segundo o designer Felix Pfäffli, na Feixen não se cria design, se cria conceitos visuais, por isso tudo é referência para eles. Mergulham em design de interiores, design de moda, tipografia ou animação – contanto que a linguagem os desafie. É isso o que interessa para o estúdio. Trabalham internacionalmente com clientes como Nike, Google, Reebok, The New York Times, além de instituições como Wanderlust ou o Festival Nuits Sonores em França, Lucerne University of Applied Sciences and Arts, Südpol e Luzerner Theatre. O designer Felix Pfäffli abriu as portas doLeia Mais

sobre imaginação e fantasia

O poder de imaginar coisas que ainda não foram vivenciadas é considerado, por um lado, um aspecto fundamental do pensamento criativo e inteligente. Por outro lado este poder de imaginação é igualmente visto como uma capacidade um tanto quanto passiva e mecânica de organizar e ordenar as imagens do pensamento advindas de associação de memórias, com a ajuda da qual a mente pode fazer adaptações que mais parecem rotinas e, na pior, limitar-se a enganar a si mesma de modo que favoreça seu próprio prazer. O livro, What Coleridge Thought (O que Coleridge pensou) de Owen Garfield expõe duas formas distintas de pensamento. A imaginaçãoLeia Mais

processo criativo

Qualquer que seja a magia do dedo laranja, entra para o ponto de cruz negro e de pele vermelha. Se você pensa que come vento de leite, você certamente brilha na calça da joaninha de isopor. Algum dia você já pensou que peito fosse o nariz do útero? Se você falar mais vai ventilar os morangos silvestres do Congo. A vida da formiga tem 1000 raios e é mais liquida do que feijão com geleia cozida em banho cru. Se a loira da quina te contar um grito, vai dizer que seu pé está nas costas do burro das 13 espadas, e vai voar comoLeia Mais

Fascinado pelos mercados de pulgas, o artista sueco contemporâneo Michael Johansson cria instalações e esculturas do cotidiano com todos aqueles objetos que simplesmente fazem ou já fizeram parte do dia a dia de todo mundo e que muitos de nós consideram inúteis ou descartáveis. Seu trabalho mostra claramente como é possível criar com o que já existe. Na verdade seu processo criativo surge do ato mais simples de caminhar por ai e iniciar um processo de garimpo de objetos. Essa por si já é uma experiência artística antropológica que expande todas as percepções de quem usa esta prática. O flanar por ai, nos proporciona a aberturaLeia Mais