a ilusão do tempo

A ilusão do tempo e a frequência 13:20.

Praticamente 1 mês para acabar o ano e aparece às vezes o sentimento do filme Feitiço do Tempo (Groundhog Day) que conta a história de Phil, um arrogante meteorologista de um canal de TV, que cobre a saída anual de uma marmota de seu buraco. Ele enfrenta uma nevasca que não estava prevista e fica preso em uma espécie de túnel do tempo, condenado a reviver o mesmo dia até que mude suas atitudes.

E assim chegamos a mais um fim de ano vindo de uma crença coletiva que a nossa sociedade utiliza, em sua maioria, o Calendário Gregoriano para controlar o tempo. Ele foi estabelecido no Vaticano pelo Papa Gregório XIII, por isso leva esse nome.

Antes disso, a palavra “calendário” nem mesmo existia. Esse termo vem da palavra “calenda”, que significa “livro de cobranças“, pois ele era utilizado pela monarquia no início da civilização para arrecadar impostos a favor do rei.

O Calendário Gregoriano é composto por 12 meses irregulares e desarmoniosos com diferentes números de dias em cada mês. Em alguns temos 28 dias, em outros 30, outros 31…

Além disso, os nomes de cada mês nem mesmo correspondem ao seu significado:

O mês de julho, por exemplo, foi nomeado dessa forma para homenagear Júlio César, líder romano. Agosto, que antigamente tinha o nome “Sextil”, teve sua nomenclatura alterada porque Augusto César queria um mês com seu nome também.

Além disso, não podemos esquecer de mencionar que Setembro significa sete, mas é o nono mês. Outubro significa oito e é o décimo. Novembro, nove; mas é o décimo primeiro. E dezembro, o décimo segundo mês, significa dez. Não faz sentido!

O nosso calendário é totalmente desregulado e sem sincronia, e foi alterado diversas vezes durante a história para agradar aos interesses políticos e econômicos dos imperadores.

Existe uma fundação chamada Fundação Lei do Tempo, que é uma organização sem fins lucrativos que se dedica a criar um futuro sustentável baseado numa nova era.

A Fundação reconhece que o problema principal que a humanidade enfrenta hoje é totalmente espiritual, e eles acreditam que isso se deve pela percepção e pela medida equivocada do tempo. Para a Fundação Lei do Tempo, o ano de 2012 (e as profecias maias que o envolviam) foi um sinal de que as espécies estão passando por uma transição.

Estamos deixando de lado o velho paradigma de que tempo é dinheiro e entrando numa nova era de paz e harmonia, onde tempo é arte.

Fundada no ano 2000, a Fundação promove o Calendário de 13 Luas e 28 dias e dissemina informações sobre a Lei do Tempo, o princípio que estabelece o tempo como fator universal de sincronização, baseado nos estudos e investigações do sistema de calendários da sociedade maia feitos por José Argüelles.

Sabendo da atual crise planetária que passamos e da necessidade do ser humano de se reconectar à sua frequência natural, o Calendário de 13 Luas foi apresentado pela Fundação Lei do Tempo como um primeiro passo para restabelecer a harmonia universal. Através da Fundação, a Rede de Arte Planetária agora está presente em mais de 90 países ao redor do mundo.

A Fundação vê a mudança do calendário como uma medida necessária para reformular a forma do pensamento humano no nível mais básico – a sua programação de tempo diária. Essa mudança fundamental do pensamento pode servir também para antecipar o novo estágio de evolução global, a Noosfera. A Noosfera é a esfera planetária da mente, a camada pensante do planeta Terra. Para entender o que ela significa, devemos elevar nossa consciência e abrir-nos para os princípios cósmicos e elementais da vida no planeta Terra.

Eles são responsáveis pela criação do Calendário de 13 Luas. Segundo a Fundação Lei do Tempo essa forma de medir os meses e anos através do calendário gregoriano causa uma alteração vibracional no estado dos seres humanos.

Nosso relógio biológico e a nossa percepção temporal, que foram feitos para estar em harmonia com a natureza e, portanto, com o universo, aderem a um sistema que não é natural e lógico. Isso, portanto, altera nossa frequência.

Se o calendário que seguimos é artificial, irregular e mecanizado, nossa mente acaba absorvendo essas características. E como o mundo é apenas um reflexo da nossa mente, ele acaba se tornando artificial, irregular e mecanizado também.

Quando seguimos o Calendário Gregoriano, passamos a entrar no que chamamos de Frequência 12:60, uma frequência artificial provocada pelos seus 12 meses irregulares com diferentes números de dias e seus 60 minutos marcando cada hora (um conceito que não existe no novo Calendário).

O resultado disso para a humanidade é viver fora da sua frequência ideal e fora da sincronia natural provocada pelos ciclos e padrões do nosso sistema solar.

Acabamos criando uma sociedade que vive para pagar contas de 30 em 30 dias; completamente materialista, dominada pelo dinheiro e pelas máquinas. A partir desses desequilíbrios, criamos guerra, desigualdade social, poluição ambiental, produção de armas e bombas, consumismo…

O Calendário de 13 Luas é o instrumento perfeito para ordenar o nosso tempo, a nossa mente e a nossa realidade, pois ele foi construído baseado em ciclos naturais, e é um padrão harmônico para a medida do tempo e para a sincronização global.

Um exemplo desses ciclos biológicos é o ciclo menstrual da mulher, que dura 28 dias. Esse calendário respeita isso.

A Frequência 13:20 é criada graças à harmonia do Sincronário, que possui 13 meses com 28 dias exatos.

Uma observação importante é que a Frequência 13:20 não deriva dos 13 meses de 28 dias, mas sim do módulo harmônico estabelecido na Matriz Sagrada do Tzolkin, que funciona paralelamente ao Calendário.

Ao entrar na frequência 13:20, você estará no lugar certo e na hora certa, encontrando as pessoas certas e fazendo a coisa certa. Nessa frequência, um relógio se torna inútil para qualquer pessoa, pois o relógio biológico começa a entrar em ação.

Neste site abaixo está a explicação completa com os ciclos mais simples que você precisa conhecer para entender o funcionamento do Calendário de 13 Luas, assim como entender melhor a matriz sagrada e calcular o seu kin.

Um Kin (que também pode ser chamado de Assinatura Galáctica) é a medida de uma unidade no Tzolkin. Ele é um fractal e pode representar uma pessoa, um dia, um ano, uma era…

Cada um de nós carrega um Kin específico de acordo com o Kin da nossa data de nascimento, uma energia especial que carregamos conosco desde o dia em que nascemos até a eternidade.

É complexo este conceito, mas muito interessante e faz muito sentido. Se você não acredita não importa, porque tentar aplicar este calendário em um universo paralelo seu, pode ser minimamente divertido e estimulante para a sua criatividade.

http://tzolkin.com.br

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